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O Curioso caso de Benjamin Button

23/01/2009

“For what it’s worth: it’s never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There’s no time limit, stop whenever you want.” (Benjamin Button)

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Estão todos falando desse filme, e eu não poderia deixá-lo passar em branco.

O filme conta a história de Benjamin Button, que como o próprio personagem nos conta no trailer, nasceu ”em circunstâncias incomuns”. Benjamin nasce velho, e vai rejuvenescendo com o passar dos anos. Ao nascer, sua mãe morre e seu pai o abandona em um asilo (o que de longe pode parecer apropriado). Benjamin cresce para ser velho, mas com o brilho dos olhos de uma criança.

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“O Curioso caso de Benjamin Button” está sendo muito comparado com “Forrest Gump – o contador de histórias” (ambos têm o mesmo roteirista, Eric Roth),  pelo modo em que alguns fatos acontecem e pelos amigos que Benjamin faz no decorrer de sua vida. Porém, cada um desses filmes têm o seu espetáculo à parte , e seria injusto encarar Benjamin como uma ‘cópia’.

Brad Pitt, no papel do personagem principal, atua perfeitamente – e não deixa que o excesso de maquiagem e os efeitos visuais ofusquem a sua interpretação. O diretor David Fincher (conhecido por trabalhos como “se7en” e “Clube da luta” – ambos interpretados por Pitt)  também dá um show.

O Curioso caso de Benjamin Button foi indicado a 13 Oscar, incluindo melhor diretor, melhor ator (Brad Pitt), melhor roteiro adaptado e melhor filme.

Quem for assisti-lo, vá de coração aberto, porque o filme é extremamente comovente, – em partes até mesmo engraçadas-  dando-nos uma lição de vida e fazendo-nos perguntar de que modo queremos e iremos aproveitá-la daqui pra frente.

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Documentário F*ck!

11/10/2008

Hoje quero falar de um documentário que assisti ontem e acho que realmente vale a pena ser comentado e claro, indicado.

Fuck é o nome. Pode parecer sujo, chocante, obsceno, desrespeitoso, maldoso, devasso e por aí vai; mas se formos ver bem ”fuck” está presente em qualquer coisa que vemos. Se assistimos a um filme norte americano é pouco provável que algum dos personagens não solte o ‘terrivel’ fuck durante a trama; se ouvimos uma música (principalemte rap ou hip hop) é ”fuck” pra cá, ”fuck” pra lá; se lemos uma revista… também possivelmente haverá a “the F- word” cuidadosa e disfarçadamente inserida no contexto.

O documentário vem abordando justamente isso: o uso do palavrão no cotidiano americano. O significado histórico, social, político, artístico e lingüístico da palavra. Atores, diretores, escritores, comediantes, jornalistas e outros fazem parte do documentário e cenas de pessoas como George W. Bush – saudando a câmera com um fuck (usando aquele gesto com o dedão do meio também super usado) e Bono Vox – desabafando um ”fucking” numa premiação são apenas dois exemplos de que a F-word pode ser usada em qualquer frase. Seja como um adjetivo, substantivo, advérbio de intensidade e tantas outras aplicações.

Um dos motivos de eu querer falar desse documentário aqui é que, diferente de muitos outros – que pecam por ser maçantes e cansativos-, “F*ck” não perde o ritmo. Permanece, durante os 93 minutos de duração, despertando sua curiosidade com frases inteligentes e imagens intrigantes. E observações interessantes como a de Hunter Thompson, ao dizer que já viu muita maldade nesse mundo e nenhuma delas incluia a palavra ‘fuck’, nos fazem pensar.

Já aviso que, após assistir o documentário, você ainda não achará esta palavra linda ou com um significado mais suave, mas se você for daqueles que a usa com relevante freqüência, saberá melhor o que está falando.

Ah, ainda em tempo, a expressão fuck vem de ‘Fornication Under Consent of the King’ (algo como ‘fornicar sob o consentimento do rei’). Até um dos comentários do vídeo foi ”Já imaginou se tivéssemos de pedir permissão pro Bush, iiihh!” (é, foi o Hunter quem disse).

Trailer:

Dirigido por : Steve Anderson
Ano: 2005
Duração: 93 min.
Censura: 18 anos.
Participações:
Billy Connolly, Ice -T, Hunter S. Thompson, Alanis Morissette, Janet La
Rue, Drew Carrey, Pat Boone, Ron Jeremy, Kevin Smith, David Shaw e
outros.
Ju