“For what it’s worth: it’s never too late or, in my case, too early to be whoever you want to be. There’s no time limit, stop whenever you want.” (Benjamin Button)

Estão todos falando desse filme, e eu não poderia deixá-lo passar em branco.
O filme conta a história de Benjamin Button, que como o próprio personagem nos conta no trailer, nasceu ”em circunstâncias incomuns”. Benjamin nasce velho, e vai rejuvenescendo com o passar dos anos. Ao nascer, sua mãe morre e seu pai o abandona em um asilo (o que de longe pode parecer apropriado). Benjamin cresce para ser velho, mas com o brilho dos olhos de uma criança.

“O Curioso caso de Benjamin Button” está sendo muito comparado com “Forrest Gump – o contador de histórias” (ambos têm o mesmo roteirista, Eric Roth), pelo modo em que alguns fatos acontecem e pelos amigos que Benjamin faz no decorrer de sua vida. Porém, cada um desses filmes têm o seu espetáculo à parte , e seria injusto encarar Benjamin como uma ‘cópia’.
Brad Pitt, no papel do personagem principal, atua perfeitamente – e não deixa que o excesso de maquiagem e os efeitos visuais ofusquem a sua interpretação. O diretor David Fincher (conhecido por trabalhos como “se7en” e “Clube da luta” – ambos interpretados por Pitt) também dá um show.
O Curioso caso de Benjamin Button foi indicado a 13 Oscar, incluindo melhor diretor, melhor ator (Brad Pitt), melhor roteiro adaptado e melhor filme.
Quem for assisti-lo, vá de coração aberto, porque o filme é extremamente comovente, – em partes até mesmo engraçadas- dando-nos uma lição de vida e fazendo-nos perguntar de que modo queremos e iremos aproveitá-la daqui pra frente.
